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- O Republicanos, partido ligado à Igreja Universal, negou neste domingo (12) ter pactuado apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro em troca de indicação ao STF.
- A denúncia surgiu após coluna de Lauro Jardim (O Globo) afirmar que Flávio teria prometido indicar Marcos Pereira ao cargo de Luiz Fux.
- Marcos Pereira declarou que a última conversa com Flávio ocorreu há mais de um mês e não resultou em acordo.
- O partido, consultando bancadas e apoiadores, aponta sondagens de frustração com a candidatura e descarta apoio a Lula, mantendo postura neutra.
O Republicanos, partido ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, negou neste domingo (12) ter fechado apoio à pré-candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro e rejeitou a existência de qualquer acordo envolvendo uma futura indicação ao Supremo Tribunal Federal.
A manifestação ocorreu depois de a coluna de Lauro Jardim, de O Globo, afirmar que Flávio teria prometido indicar o presidente da legenda, Marcos Pereira, para a vaga do ministro Luiz Fux no STF.
Segundo a coluna, o suposto acerto teria sido feito em troca do apoio do Republicanos à candidatura do senador. A legenda e a pré-campanha de Flávio negaram a informação.
Marcos Pereira afirmou que sua última conversa com o senador ocorreu há mais de um mês e terminou sem acordo. O partido informou ainda que está consultando bancadas, executivas estaduais e apoiadores para definir sua posição na eleição.
De acordo com o Republicanos, as sondagens iniciais apontam frustração com a pré-candidatura de Flávio e preferência pela neutralidade. A legenda também afirmou que o apoio a Lula está descartado.
Neste domingo (12), a senadora Damares Alves, também do Republicanos, confirmou ao Metrópoles que deixou a equipe responsável pela formulação do plano de governo de Flávio, na qual atuava na área de direitos humanos. A decisão veio após uma onda de ataques misóginos de bolsonaristas, desencadeada pelo racha público entre Michelle Bolsonaro e o enteado.




