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- Eduardo Torres, irmão de criação de Michelle Bolsonaro, defendeu a ex‑primeira‑dama após a divulgação de vídeo em que ela acusa Flávio Bolsonaro de humilhação em conversa telefônica de 2025.
- O senador Flávio Bolsonaro pediu desculpas, negando intenção de ofender a madrasta.
- O caso dividiu aliados bolsonaristas; senadora Damares Alves e o vice‑prefeito de São Paulo, Ricardo Mello Araújo, manifestaram apoio a Michelle.
- Torres, pré‑candidato no Distrito Federal, afirmou que há ataques coordenados contra Michelle, ampliando a tensão no entorno bolsonarista.
O irmão de criação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, Eduardo Torres, saiu em defesa dela após a repercussão do vídeo em que acusa o senador Flávio Bolsonaro de tê-la humilhado e de ter cometido uma “punhalada” em uma conversa telefônica ocorrida em 2025, em meio a divergências internas no Partido Liberal.
Em publicação nas redes sociais, Torres afirmou que Michelle “falou pouco diante de tudo” e que a manifestação foi uma resposta a um acúmulo de “injustiças” e ataques. Disse ainda que o vídeo não seria um ataque, mas o relato de episódios já conhecidos nos bastidores políticos.
A reação dividiu aliados do campo bolsonarista. Parte do grupo criticou a exposição pública do conflito, apontando risco de desgaste político. Outros nomes saíram em defesa da ex-primeira-dama, como a senadora Damares Alves e o vice-prefeito de São Paulo, Ricardo Mello Araújo.
Flávio Bolsonaro pediu desculpas após a repercussão, negando intenção de ofender a madrasta. A declaração veio depois da divulgação das falas de Michelle sobre a conversa em que teria sido hostilizada.
Michelle afirmou que não há briga pessoal e que suas declarações tiveram como objetivo apenas esclarecer o episódio. Disse não guardar ressentimentos.
Eduardo Torres, próximo ao núcleo político da família e pré-candidato no Distrito Federal, também afirmou que há ataques coordenados contra a ex-primeira-dama, ampliando a tensão no entorno bolsonarista.
