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- Flávio Bolsonaro (PL) comemorou a aceitação de Tereza Cristina (PP‑MS) como sua vice‑presidencial.
- Pouco depois, Ciro Nogueira (PP) divulgou nota confirmando que o Progressistas permanecerá neutro nas eleições.
- O partido afirmou que a decisão foi aprovada pelos diretórios estaduais e aceita pela senadora Tereza Cristina.
- A movimentação ocorre após revelações da PF sobre vínculo de Bolsonaro com o empresário Daniel Vorcaro.
Sem disfarçar a mágoa que carrega por ser abandonado pelo clã Bolsonaro após a PF revelar o elo com o amigo Daniel Vorcaro, do Banco Master, Ciro Nogueira (PP) jogou um balde de água fria ao divulgar nota em que reafirma a neutralidade do Progressistas pouco tempo depois de Flávio Bolsonaro (PL) comemorar o “sim” de Tereza Cristina (PP-MS) ao convite para ser vice em sua chapa.
“A Tereza é um quadro excepcional. Foi ministra do presidente Bolsonaro e é uma referência em várias áreas, em especial no agronegócio. É respeitadíssima na política, no Brasil e no exterior. O convite foi feito, ela aceitou, e agora estamos em conversas para saber se o partido vai avançar ou não”, disse Flávio.
A declaração ocorreu ao lado de Daniella Marques Consentino, a “Paulo Guedes de Saias”, que aspira ser vice em meio às negociações que envolvem o Republicanos, de Tarcísio Gomes de Freitas, partido em que ela é filiada, mas ainda não definiu o destino na disputa presidencial.
A celebração de Flávio, no entanto, durou pouco. Por volta das 10h desta sexta-feira (31), o Progressistas divulgou nota nas redes sociais reafirmando a neutralidade na disputa presidencial, que já teria sido comunicada a Tereza Cristina.
No texto, o partido comandado por Ciro Nogueira afirma que “após consulta aos seus diretórios estaduais, decidiu, por maioria, permanecer neutro no processo eleitoral”, reiterando a posição de não convocar Convenção Nacional. A nota foi categórica ao registrar que “a decisão já foi comunicada e acatada pela nossa líder no Senado Federal, senadora Tereza Cristina”.
ENTENDA: Tereza Cristina vice de Flávio Bolsonaro: caso envolve Ciro Nogueira, Tarcísio e Cleitinho

