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Estado de São Paulo descarta segundo caso suspeito de ebola registrado em 2026

São Paulo descartou, no início de junho, o primeiro caso suspeito de ebola deste ano/Pablo Jacob/Governo de SP

São Paulo descartou, no início de junho, o primeiro caso suspeito de ebola deste ano (Pablo Jacob/Governo de SP)

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES) descartou nesta sexta-feira (12), o segundo caso suspeito de ebola registrado no estado neste ano. A confirmação veio após análises laboratoriais realizadas pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL).

A paciente é brasileira, tem 31 anos e afirmou ter viajado a trabalho para a província de Kivu do Norte, no Leste da República Democrática do Congo. Ela retornou ao Brasil no último sábado (6) e começou a apresentar sintomas como diarreia e febre na terça-feira (9).

A mulher procurou atendimento em um hospital particular da capital e, posteriormente, foi transferida para o Instituto de Infectologia Emílio Ribas (IIER), referência nacional para casos suspeitos ou confirmados da doença. Ela permanece internada no IIER, com evolução clínica favorável e em tratamento para gastroenterocolite aguda, informou a secretaria.

A SES diz que iniciou a investigação, por meio da Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD) e do Centro de Vigilância Epidemiológica Professor Alexandre Vranjac (CVE-SP), porque a paciente preencheu os critérios de definição de caso suspeito, devido ao histórico de viagem a país com áreas de transmissão da doença e sintomas apresentados.

No início do mês, São Paulo descartou o primeiro caso suspeito de ebola deste ano. O paciente era um congolês de 37 anos. As análises realizadas pelo IAL detectaram Neisseria meningitidis, bactéria causadora da meningite meningocócica.

A pasta disse que intensificou as ações de vigilância epidemiológica após o registro do primeiro caso suspeito, incluindo um treinamento online para profissionais de saúde e atualização da Nota Informativa Conjunta sobre o vírus.

“A atualização do documento reitera que o risco de introdução da doença no Brasil e na América do Sul permanece classificado como muito baixo”, afirmou a pasta.

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