PL faz última ofensiva sobre Republicanos por apoio a Flávio Bolsonaro | Blogs | CNN Brasil

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PL faz última ofensiva sobre Republicanos por apoio a Flávio Bolsonaro | Blogs | CNN Brasil

O PL faz uma última ofensiva sobre o Republicanos em busca do apoio da sigla à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. Segundo apurou a CNN, o senador Rogério Marinho, coordenador da campanha presidencial do PL, e Flávio Bolsonaro estão reunidos, nesta segunda-feira (3), com Marcos Pereira, presidente do partido.

A ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques, que assumiu a coordenação do programa econômico de Flávio, é cotada para vice na chapa do candidato do PL. Recém-filiada ao Republicanos, porém, ela não é considerada um nome próximo de Marcos Pereira e enfrenta resistências.

Às vésperas do encerramento do prazo para as convenções partidárias, na quarta-feira (5), Flávio corre contra o relógio para tentar reverter as resistências à sua candidatura. A falta de alianças, além de escancarar o isolamento político, também coloca o senador em desvantagem no tempo de TV e rádio em relação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A convenção nacional do Republicanos será nesta terça-feira (4). O evento não deve ser público e a decisão partidária será formalizada apenas em um ato cartorial.

Como mostrou a CNN, lideranças do Republicanos afirmam que o partido caminha para rejeitar o apoio a Flávio Bolsonaro e optar pela neutralidade na eleição presidencial. Diretórios estaduais já sinalizaram ao presidente nacional da legenda que não desejam uma composição com o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Uma mudança nesse cenário, segundo parlamentares do Republicanos ouvidos pela CNN sob reserva, seria considerada uma reviravolta.

A eventual decisão pela neutralidade ampliaria o isolamento da candidatura de Flávio Bolsonaro. Na última sexta-feira (31), o Progressistas, que integra a federação com o União Brasil, reafirmou a liberação dos diretórios estaduais e comunicou à senadora Tereza Cristina (PP-MS) que ela não poderia ser vice em uma chapa encabeçada pelo PL.

Nesta segunda-feira, a senadora afirmou que “até a hora final, tem espaço” para um acordo, mas admitiu que essa possibilidade perdeu força.

 

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