Lula engolido por BigTechs, IPhones, IA e TSE. Fascismo chegou aos pobres

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Lula engolido por BigTechs, IPhones, IA e TSE. Fascismo chegou aos pobres

Como convencer um pobre de que ele pode ser bilionário? Usando um e sua ostentação. Como convencer um pobre que ele é rico sem ser? dando um Iphone. A maior dificuldade do socialismo é reconquistar essa pessoa que foi manipulada e que perdeu a empatia, até mais do que a falta de informação.

O que vem sendo disseminado, sobretudo às camadas de menor renda, é a premissa de que qualquer pessoa pode se tornar milionária da noite para o dia. No entanto, ignora-se que alcançar tal patamar exige um processo profissional rigoroso e especializado, construído ao longo de anos com disciplina, esforço e renúncias. Tratando-se de pequenos negócios ou de iniciativas honestas, a realidade é consideravelmente mais complexa. Essa narrativa, difundida ao longo da última década, incutiu na sociedade a crença de que a busca incessante por recursos financeiros sobrepõe-se a qualquer outro valor vital, fazendo com que indivíduos negligenciem riscos e celebrem acordos aos quais jamais recorreriam sob plena lucidez.

Essa comunicação baseada na premissa de que “tudo é possível” aciona descargas hormonais como a dopamina, conduzindo o público a ignorar que o sucesso não provém apenas da oportunidade, mas da qualificação, um percurso longo e tortuoso. Para figuras estabelecidas no topo, torna-se conveniente exibir conquistas e ostentações com o intuito de persuadir e cegar a população. Trata-se de frases de efeito e técnicas de manipulação retórica que vêm sendo utilizadas pelo fascismo há anos. Facilitada pelos meios digitais modernos, essa dinâmica gera uma falsa sensação de pertencimento a uma elite, distanciando o indivíduo da sua própria realidade de carências cotidianas.

Como consequência direta desse cenário, valores essenciais perdem relevância: a corrupção, bem como discursos homofóbicos e xenofóbicos, deixa de causar indignação, independentemente da facção ou grupo envolvido. A prioridade passa a ser a aquisição de bens de consumo ostentatórios, como um iPhone adquirido em parcelas de longo prazo, antes mesmo de quitar as anteriores. O fator invisível nessa engrenagem é a imposição comercial e publicitária de cima para baixo, projetando um estilo de vida irreal que dita o consumo em massa.

Desse modo, o público vulnerável consolida-se como marionete desse sistema. Ao observar um vizinho que conduz uma vida simples, porém tranquila e sem iPhone, o indivíduo manipulado rotula-o pejorativamente como “um coitado”, embora continue residindo na mesma vizinhança. Esse perfil social abdica da educação, da cultura e do debate público qualificado, demonstrando desinteresse pelo futuro coletivo em detrimento de um individualismo estreito. A empatia e a capacidade crítica dão lugar a um vazio cognitivo moldado pela influência externa.

Se a escolha dos rumos de um país passa a ser ditada por referências superficiais validadas por conhecidos ostentadores, a adesão a essa narrativa torna-se automática. Submetidas a uma verdadeira lavagem cerebral promovida por táticas fascistas, essas pessoas dificilmente compreenderão a própria condição, pois sua visão de mundo foi moldada de forma distorcida. O resultado é um fenômeno trágico de alienação social: há hoje pessoas em situação de extrema vulnerabilidade econômica e financeira que, cegas pela manipulação, vivem e se comportam como se fossem bilionárias.

É nesta questão que está a dificuldade do presidente Lula em se consolidar entre  essas pessoas. É hora de desligar os americanos da vida do povo. Uma notícia manipulada sobre a bolsa de valores, petróleo ou o que mais for interessante para a economia, que é definitivamente o que faz um país, causa um estrago muito grande. Além de frases de efeito como: “o país está f…! Chega à boca das pessoas e elas repetem, porque é uma frase curta e não vão saber argumentar ou explicar o porquê. Também é assim que se convence um pobre a pensar como um fascista.

Por: Tony Lucas/focobr.com

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