Pela primeira vez na história do Rock in Rio, o brega pernambucano vai ganhar um palco só dele. A cantora Priscila Senna, de 35 anos, natural de Olinda, se apresenta neste sábado (12) no Palco Favela do festival, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro.
O ritmo já havia passado pelo evento em 2024, na versão paraense de Gaby Amarantos. Desta vez, quem representa o gênero é a vertente mais romântica e “sofrência”, com a força de uma artista pernambucana que soma mais de 15 anos de carreira e 3 milhões de ouvintes mensais no Spotify.
O show, batizado de “No alto da minha história”, promete repertório com sucessos de diferentes fases da carreira de Priscila — incluindo a época em que ela integrava a banda Musa do Calypso — e uma novidade: acompanhamento de oito músicos de formação clássica, com tímpano, piano de cauda, violinos, cello, viola, baixo acústico e harpa.
“Quero muito brilho para que as pessoas lá do fundo me vejam”, brincou a cantora, que promete balé e três trocas de figurino durante a apresentação.
O convite para o Rock in Rio veio depois do show de Priscila no Carnaval deste ano, no Marco Zero, no Recife. “Eles assistiram ao meu show e repararam a reação das pessoas. Acho que foi ali que perceberam a força do brega e que o gênero também precisava estar no festival”, contou a artista.
A programação deste sábado, sexto dia do festival, também tem forte presença nordestina: além de Priscila no Favela, o cantor João Gomes se apresenta no Palco Sunset, às 20h10, no mesmo palco que recebe o encontro baiano de Daniela Mercury, Olodum e Gilsons. No Palco Mundo, a noite é headlineada por Demi Lovato e Maroon 5.
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