João Campos assumiu uma meta nacional para o PSB nas eleições de 2026: eleger uma bancada no Congresso com, no mínimo, o dobro do tamanho atual. A projeção foi apresentada em 29 de julho, durante o congresso eleitoral do partido em Brasília, diante de cerca de 200 dirigentes de diferentes regiões do país.
No encontro, o PSB confirmou Geraldo Alckmin como candidato a vice-presidente na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo a direção partidária, a legenda participa diretamente da construção de palanques em mais de 14 estados e estará ao lado de Lula nas 27 unidades da Federação, ampliando a presença nacional da aliança formada em 2022.
João também estabeleceu como prioridade aumentar a representação feminina entre os deputados federais socialistas. O presidente do PSB afirmou que a sigla tem a oportunidade de conquistar a maior participação de mulheres em sua bancada federal nesta eleição. A declaração apresenta um objetivo político; o resultado dependerá das urnas e da composição final das candidaturas.
A atuação nacional se conecta à disputa de Pernambuco. Após oficializar sua candidatura ao Governo do Estado, João chega à campanha com a presidência de um partido integrado à coligação presidencial e responsável pela indicação do vice de Lula. Essa posição amplia sua interlocução com lideranças de outras regiões e coloca Pernambuco no centro das decisões nacionais do PSB.
Dobrar a bancada e ampliar a presença feminina são compromissos mensuráveis, não apenas frases de convenção. Se o PSB alcançar essas metas, João Campos encerrará a eleição com mais peso no Congresso e uma aliança nacional fortalecida; a partir de agora, caberá ao partido transformar articulação em candidaturas competitivas e votos.

