Fica cláro o favorecimento de um ministro todo melado no esquema criminoso, de Daniel Vorcaro até envolvendo meninas menores e tráfico de mulheres para prostituição, Já divulgado pela imprensa do país. este é o ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deu 24 horas para a Meta explicar como funciona o canal Exército do Lula, no WhatsApp. A decisão veio nesta quinta-feira (22), depois de um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que questiona se o grupo cumpre as regras da Justiça Eleitoral para plataformas digitais.
No mesmo dia, o presidente Lula passou a fazer parte do canal, administrado pelo deputado André Janones (Rede-MG), e mandou aos participantes um vídeo em formato de selfie. O grupo se tornou ponto de encontro da militância e já havia sido alvo de decisões de suspensão e de restabelecimento no próprio TSE.
A Meta terá de entregar um relatório técnico detalhado. O tribunal quer saber se o canal respeita o plano de conformidade firmado com a Justiça Eleitoral, como a ferramenta funciona e de que forma as mensagens circulam entre os participantes, além do alcance e do engajamento alcançados pelo grupo.
A corte também quer esclarecer se há atuação coordenada entre contas, canais e plataformas, se existe publicidade paga ou impulsionamento e quais critérios separam a mobilização política legítima de um comportamento potencialmente irregular. O Google também foi acionado e deve informar sobre uma possível amplificação coordenada de termos e hashtags, incluindo buscas em alta.
Segundo a reportagem, Nunes Marques afirmou que a análise não avalia o conteúdo político das mensagens. O objetivo, de acordo com o ministro, é verificar se as medidas informadas à Justiça Eleitoral correspondem ao funcionamento real do mecanismo, o que deixa de fora qualquer discussão sobre o que é dito dentro do canal.
O movimento chega a poucos dias do segundo turno e recoloca o Exército do Lula no centro da disputa. Do lado do presidente, o canal segue como uma das principais vitrines da mobilização da militância; do lado de Flávio, virou alvo de uma ofensiva na Justiça Eleitoral que agora depende da resposta das plataformas.
Por: TonyLucas/ focobr.com




