Pergunta de João Campos deixa Raquel Lyra travada.
Foi preciso o apresentador falar para ela entender onde estava.O despreparo no embate ficou claro. Ela não gosta de ser confrontada, gosta de falar sem ser atrapalhada e demonstra falta de controle emocional. Quem achava que ela era preparada viu: ela é preparada para falar o que é do entendimento dela. Falar bem não é ser preparado. É uma atriz ruim, que fala texto decorado, sem interpretar.
Às vezes, chora para persuadir e tentar comover, mas, sem um motivo real, a interpretação cai por terra. Governar não é interpretar, não é marketing. O marketing é outra coisa, que ela também não sabe conduzir. Mentira escondida não se sustenta.
A frase falada em um hospital do Estado também a deixou sem palavras, e repetir a descontextualização é algo inadmissível. A mulher não merece ouvir e nem ser feita de besta por quem quer que seja, independentemente de sua condição financeira.
Usou também, na campanha, uma mãe atípica e se deitou sobre o assunto. Foi peça durante muitos dias de sua campanha passada, e ela esqueceu a exploração dessa mãe e do tema tão importante naquele momento.
Prometeu e nada fez. Tem foto dela com condenado à prisão por abuso contra mulheres e surgiu um fato comprovado, em que demitiu uma pessoa do quadro de segurança que foi agredida pelo seu companheiro, também da segurança dela.
A segurança é feita pela Polícia Militar. Tem boletim de ocorrência e o acso foi para a corregedoria.
Os dois tinham cargo de chefia, e ela demitiu a mulher.
Vai ter muita gente pulando para o lado de João Campos, pode ter certeza. Ela foi muito mal no debate. Esse é o sentimento dos que a cercam.




